terça-feira, 26 de julho de 2011
Sabe aquele frio na barriga toda vez que ele passa, aquele sorriso bobo toda vez que ele chega, aquele brilho no olhar toda vez que ele te olha, aquele ciume louco toda vez que outra se aproxima, coração disparado toda vez que ele te toca? É o amor! Sim, é o amor, o amor muitas vezes vem das pequenas coisas, das coisas mais simples, das coisas mais puras.
E quantas razões já se perderam em sua paciência de amar. Eu encolho bem os braços, abro bem os olhos, é bonita essa forma de despencar, é magia que põe sua eternidade suspendida. Digo agora em seu ouvido que a bobagem é um dom, enquanto todos, caóticos e agoniados, se esforçam para serem espertos. Mas você, pintado de paz, só quer um aconchego, você só quer doar suas tralhas e suas jóias a um coração desocupado. O peso que carrega da vida é grande, cabe tudo no peito, mas não há tempo. Não há tempo para esvaziar, não há tempo para respirar, não há tempo para levitar. Eu queria arranjar-lhe mãos capazes de segurarem sua alma. Porque você ainda irá encontrar alguém que transite esse seu mundo, que suspenda a sua voz, que dance com o seu cansaço. Nesse abismo em que o amor nos meteu, uma hora você pula. Pula e não morre. Pula, encontra outra mão e voa.
Ei, coisa minha, eu sinto a sua falta. Há quando tempo nós não nos falamos? Há quanto tempo eu não sinto o teu abraço? Há quanto tempo eu não ouço a tua voz dizendo que me ama? Você pode achar que não, mas faz uma diferença tão grande quando está ausente. E, maior ainda quando estamos juntos. E, sabe o que mais? Eu sinto falta desses tempos, em quando eu poderia gritar o teu nome e você viria correndo ver o que tinha acontecido, de quando eu deitava em seu ombro e você brincava com os meus cabelos, quando você me dizia: “Vai ficar tudo bem”. Agora, onde quer que você esteja, eu sempre vou te fazer sorrir. Porque quando eu lembro de nós dois, sei que você faz o mesmo.
sábado, 2 de julho de 2011
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Decepção: O preço que você paga por acreditar demais nas pessoas

